Kant, Batman e um pouco de mentiras.

Os mais próximos a mim já sabem do meu amor pelo Batman e pelos outros personagens que compõem suas histórias em quadrinhos.

Temos a trilogia de Christopher Nolan, encerrada em 2012.

A maioria é fã do segundo filme, com o Coringa. Eu particularmente gosto, mas prefiro o terceiro por motivos felinos (Miau!).

No entanto, o referido segundo filme propõe um questionamento ético interessante.

Vale a pena encobrir uma verdade para que as pessoas não percam sua fé?

O final nos apresenta o seguinte diálogo: https://www.youtube.com/watch?v=rNmuG78rryg

Eu choro toda vez que assisto. Tanto por já ter sido v´tima de mentira, quanto por ter que sustentar uma para "não ver o circo pegar fogo".

Mas e aí? Qual mentira você já teve que sustentar? Aguentou muito tempo? Será que a mentira não vira um vício, começando pequena e virando algo monstruoso?

Ultimamente estou kantiana e mentira para mim nunca é aceitável. Mas será?

Qual o preço de se destruir as ilusões e esperanças de alguém? Ou de mantê-las acessas?

Filho de Gordon; Por que ele está correndo, pai?
Gordon: Por que nós temos que caçá-lo.
Filho: Mas ele não fez nada de errado!
Gordon: Porque ele aguenta!

Épico!

Ser herói vestindo capa e pegando mocinhas é fácil. O duro é aguentar dedos apontando para você injustamente, acusações e tudo o mais, algo que acontece com todos.










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