Postagens

Mostrando postagens de outubro, 2017

The question that remains

Sabe o que dói? Tudo.

Reflexão.

Reflexão aleatórias. Parece papo de gente revoltada, mas não é. Reclamamos de tudo, de como o Brasil não presta, de como seus políticos não são confiáveis e voilà: que tal você, ao receber uma bolsa de estudos, se dedicar ao máximo? Que tal não faltar e fazer mais do que o pedido em sala? Cansada de mimimi de adulto que chora porque não prende o "bendito" do francês mas só sabe jogar Farm Heroes no cel e falar mal de tudo. Que tal você que se diz feminista parar de julgar os outros baseada na vida sexual delas? Já parou para pensar que talvez a mulher que você julgue mal-amada e mal-comida (odeio esse termo), tenha uma vida sexual melhor do que a sua?  Aprendi a duras penas que, infelizmente, não é porque não gostamos de uma pessoa que ela vai se dar mal e é infeliz, como nas novelas. Essas pessoas vão se dar muito bem, e rir do que nos fizeram ainda por cima. Mas também teremos momentos de glória e vamos rir delas. Vamos ser menos crianças e aceitar que até quem foi sa...

Do momento.

Toda fase da minha vida é marcada por um livro ou música. Aguentem porque estou na fase Carrie, a estranha. "Carrie, não me machuca." "Por quê não? Me machucaram a vida toda."

Prece.

Se tivesse uma trilha sonora pra esse momento que vivo, seria The Unforgiven III, do Metallica. Sentimento de fracasso. É aquela história de entrar na piscina e gritar embaixo d'água. Não fiz tantas coisas pelo meu pai e agora ele se foi. Por que não fiz a camiseta do Maluf pra ele no dia dos pais? Por que não o levei pra andar de metrô? Por que não fui pra França pra ele contar pros amigos dele? Por que não ri mais com ele? Por que reclamei tanto? Por que não fui melhor em tudo? Por que não ouvi as músicas do Demônios com ele? Por quê? Eu arrancaria um braço e uma perna pra ter você de volta, pai. Eu só não morreria porque aí não ia te ver. Te amo! Falhei em tudo com você, menos em te amar, paizinho. Me ajuda a não ter medo de fazer minhas coisas, me ajuda a tomar minhas decisões. Me ajuda a saber falar "não", a reconhecer gente pilantra, a não decepcionar quem gosta de mim. Me ajuda, pai.