FEMEM
Observe bem a foto e tente adivinhar sobre o que ela diz respeito. Marmanjos podem me agradecer depois (com chocolate, de preferência):
Ontem assisti no canal GNT a um documentário sobre o grupo feminista ucraniano FEMEM. A loira da esquerda é a líder.
Para protestar, elas tiram a roupa, mais frequentemente a parte de cima.
Para ser sincera, não comprei muito a ideia das meninas. A começar por fotos como a que vemos acima, podemos ver que há produtos ligados ao nome FEMEM, como camisetas e xícaras. Ou seja, é (ou pretende ser) uma marca comercial. Falar em liberdade para qualquer grupo considerando esse fato fica um pouco estranho. Mas vamos acreditar que é porque elas precisam de fundos...
A nudez delas me incomoda, assim como a nudez de filmes e de pinturas. Procurei mais fotos das meninas e sinceramente não em senti bem. Acho que dá pra fazer mais protestos do que simplesmente tirar a roupa. Depois de uns 20 minutos de documentário, tudo bem, começou a ficar mais "aceitável". Mas acho meio
óbvio esse tipo de protesto, não sei. E tudo o que é militância é complicado: se eu quiser ser feminista e participar desse grupo eu tenho que necessariamente tirar a roupa? Não acho. Ah, e é por vergonha sim.
Já estava achando o negócio tão de plástico e mais para o final tudo desmoronou quando vi as outras integrantes: 99 por cento loiras, de corpos esculturais para os olhos do Ocidente. Ah, sério? Cadê os outros biotipos? Achei legal o momento em que uma egípcia protesta com elas, ponto positivo para o grupo. Mas foi só. De resto, parecia um dueto da Britney com a kesha, sei lá. Roupas perfeitas demais, arrumadas demais, sexy demais...talvez seja meu olhar machista ainda. Mas não gostei.
Ontem assisti no canal GNT a um documentário sobre o grupo feminista ucraniano FEMEM. A loira da esquerda é a líder.
Para protestar, elas tiram a roupa, mais frequentemente a parte de cima.
Para ser sincera, não comprei muito a ideia das meninas. A começar por fotos como a que vemos acima, podemos ver que há produtos ligados ao nome FEMEM, como camisetas e xícaras. Ou seja, é (ou pretende ser) uma marca comercial. Falar em liberdade para qualquer grupo considerando esse fato fica um pouco estranho. Mas vamos acreditar que é porque elas precisam de fundos...
A nudez delas me incomoda, assim como a nudez de filmes e de pinturas. Procurei mais fotos das meninas e sinceramente não em senti bem. Acho que dá pra fazer mais protestos do que simplesmente tirar a roupa. Depois de uns 20 minutos de documentário, tudo bem, começou a ficar mais "aceitável". Mas acho meio
óbvio esse tipo de protesto, não sei. E tudo o que é militância é complicado: se eu quiser ser feminista e participar desse grupo eu tenho que necessariamente tirar a roupa? Não acho. Ah, e é por vergonha sim.
Já estava achando o negócio tão de plástico e mais para o final tudo desmoronou quando vi as outras integrantes: 99 por cento loiras, de corpos esculturais para os olhos do Ocidente. Ah, sério? Cadê os outros biotipos? Achei legal o momento em que uma egípcia protesta com elas, ponto positivo para o grupo. Mas foi só. De resto, parecia um dueto da Britney com a kesha, sei lá. Roupas perfeitas demais, arrumadas demais, sexy demais...talvez seja meu olhar machista ainda. Mas não gostei.

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