Batman: Earth one.
Sou apaixonada pelo Batman.
Adoro seu uniforme negro, seu mistério e a ideia que ele traz de que podemos transformar a nossa dor ou nosso medo em algo maior. Essa apreciação talvez exista também pelo fato de que eu tenha um certo problema com super-poderes (mas gosto do X-MEN, acho divertido), e aprecio o fato do Batman não ter o "poder" de voar, de ler mentes, de se transformar em animais; ele é gente como a gente, precisa trabalhar duro para conseguir ser um herói.
Devo confessar que a trilogia cinematográfica de Christopher Nolan me fez querer saber mais sobre o morcego. Para mim, especialmente o terceiro filme foi uma viagem psicológica. Diria que a maioria dos fãs de Batman preferem a Michelle Pfeiffer como Catwoman. Eu não. Talvez porque eu não acreditasse em Anne Hathaway e fui surpreendida positivamente, tanto pela atuação como pelo papel ( fato que me lembra que muitas vezes não acreditam em mim também e eu consigo fazer as coisas, ou pelo menos tento). Mas isso é outro história (ou clichê).
Há um mês, comprei a graphic novel Batman: Earth one.
Pelo que eu entendi de comentários na net, houve algumas modificações na história: Alfred é um ex-combatente de guerra agora, o Coringa é o prefeito que possivelmente matou os pais de Bruce e Gordon de início é um policial mais medroso e que se deixa corromper. Há um vilão que eu não conhecia, obcecado por matar as vítimas durante um ritual de festa de aniversário.
O que eu mais gosto nesse tipo de leitura são as representações dos sons. Acho interessante e criativo.
A história é dark, com conflitos pessoais e expressa o medo e a imobilidade das pessoas diante da violência que assola Gotham.

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